Pela terceira semana consecutiva, as negociações entre os frigoríficos brasileiros e os importadores chineses de carne bovina continuaram lentas, relata a Agrifatto
Pela terceira semana consecutiva, as negociações entre os frigoríficos brasileiros e os importadores chineses de carne bovina continuaram lentas, relata a Agrifatto.
Tal conjuntura, diz a consultoria, reflete um conjunto de fatores, tais como, a menor necessidade e intenção de compra por parte dos importadores asiáticos e uma maior quantidade no volume interno da proteína oferecida pelos produtores chineses.
Como não há negociações concretas, observa a Agrifatto, no início desta semana, o dianteiro bovino exportado pela indústria brasileira à China permaneceu com a referência em US$ 5.500/tonelada, mas os valores ofertados pelos importadores chineses pela carne beiravam na casa dos US$ 5.000/tonelada.
Segundo a equipe de analistas da Agrifatto, esse movimento dos chineses em forçar uma pressão baixista (ainda sem efetividade) nos preços da commodity brasileira tem causado apreensão no mercado.
Tal incômodo, diz a consultoria, é utilizado pelos frigoríficos brasileiros como justificativa para baixar o preço do boi gordo negociado pelos pecuaristas brasileiros.
Mercado físico | |||
Datas | 3/12 | Variação diária | Variação semanal |
Boi gordo | R$ 366,40 | -4,38% | 3,90% |
Bezerro | R$ 2.697,73 | -0,11% | 0,46% |
Carcaça casada | R$ 23,38 | -0,10% | -1,04% |
Frango resfriado | R$ 8,01 | -0,06% | -0,06% |
Fonte: Agrifatto/Cepea |
Fonte: https://portaldbo.com.br/china-dificulta-compras-de-carne-do-brasil-reforcando-pressao-de-baixa-do-boi-gordo/ acessado em 05/12/2024 às 21:00
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